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Pac-Man Championship Edition DX

Se houve jogo que marcou a infância de muitos gamers foi Pac-Man, o clássico da Namco, que torna hoje o herói comedor de fantasmas num sinónimo de retrogaming.

Pac-Man teve várias versões ao longo dos anos, quem não se lembra de Super Pac-Man, Ms. Pac-Man e Pac-Mania? A Namco continua a alimentar o universo de jogos da sua mascote e este ano não foi excepção. No início de 2011, vimos chegar mais um título ao universo de Pac-Man, desta vez um upgrade ao Pac-Man Championship Edition que fica agora com o prefixo DX de Deluxe no seguimento da colecção Namco Generations.

Em Pac-Man Championship Edition DX, a Namco trouxe a jogabilidade clássica do Pac-Man original aos dias de hoje. Pac-Man continua a comer pontos e fantasmas, mas desta vez com algumas novidades. Os níveis deixaram de ser estáticos, transformando-se à medida que o número de pontos e fantasmas que o nosso herói vai comendo aumenta, bem como a velocidade do jogo que chega a ser alucinante.

Mas não pensem que o jogo é assim tão simples. Ao ser um titulo lançado para a Xbox 360 e PS3, estamos constantemente a competir com os high-scores de todos os jogadores do mundo. Se querem obter uma bom pontuação, será necessário ir aprendendo os vários padrões de jogo de modo a conseguir o jogo perfeito! Como se não bastasse tudo isto, é bom que tenham os vossos reflexos no máximo, porque quando tiverem 50 fantasmas atrás do vosso Pac-Man, não convém fazer uma curva no sitio errado do labirinto.

Pac-Man, por sua vez também trás novos truques na manga, possuindo bombas que podem ser usadas em número limitado, para enviar os fantasmas para o centro do labirinto temporariamente, tempo suficiente para nos escaparmos de uma situação de quase morte. Outro dos truques de Pac-Man é poder escapar em algumas situações usando uma especie de bullet time à la Matrix quando os fantasmas estão demasiado perto dele! Sem dúvida duas adições ao gameplay bastante inovadoras e divertidas.

O jogo possui 3 modos principais: Score Attack em que se tenta obter a maior pontuação em níveis de 5 e 10 minutos; Time-Attack que consiste em vários níveis onde o jogador tem que cumprir os objectivos definidos no inicio de cada nível e por fim Ghost Combo que consiste em níveis onde o jogador tem que comer o maior número de fantasmas. Por cada nível concluído é nos atribuido um ranking de acordo com o leaderboard mundial conforme já tinha indicado mais acima. No total existem nove “mundos”, cada um deles pode ser jogado com vários estilos de gráficos que vão desde a versão do Pac-Man do Atari até ao estilo do Pac-Mania. Sem dúvida um gesto muito especial da Namco ao celebrar com este jogo, o 30º aniversário de Pac-Man.

Para concluir, Pac-Man Championship Edition DX é um excelente jogo, para qualquer jogador, mas acima de tudo para retrogamers e fans de Pac-Man que já tinham algumas saudades de algo novo!

Sem dúvida que é recomendado pelo 8BR! Pac-Man Championship Edition DX pode ser adquirido no Xbox Live e Playstation Network.

Metal Gear Solid: Peace Walker HD – Video de Gameplay

A Konami disponibilizou hoje o video de gameplay do MGS:PW HD, parte da Metal Gear Solid HD Collection anunciado na E3.

Pelo video parece-nos que a transição para o HD está “spot on”, 100% idêntico ao original mas com gráficos melhorados. A jogabilidade será melhorada em parte pelo suporte do segundo comando analógico da PS3 não existente na PSP.

Good job Snake ;)

Metal Gear Solid HD Collection

A Konami anunciou hoje num press release pré E3 a Metal Gear Solid HD Collection para PS3 e X360, uma colecção com remakes em HD de três títulos da saga Metal Gear: Metal Gear Solid 2, Metal Gear Solid 3 e Metal Gear Solid Peace Walker, este último apenas disponível na PSP.

No Japão MGS2 e MGS3 serão vendidos em separado de MGSPW, mas no ocidente a colecção é composta pelos três títulos, mas mais estranho é o facto de Metal Gear Solid 1 não fazer parte desta colecção.

As versões de MGS2 e 3 serão Substance e Subsistance respectivamente, tendo todos os extras que compõem estas versões. Os três títulos foram refeitos para 720p, 60 fps, com audio melhorado, suporte para dois sticks analógicos e para transferência de saves dos jogos originais para estas novas versões.

MGS Peace Walker suportará a passagem de savegames da PSP para PS3 e vice versa, mas MGS2 e 3 só suportarão a passagem de savegames da PS2 para a PSVita ou NGP, segundo Hideo Kojima, o que indica que possivelmente veremos esta colecção na nova plataforma da Sony.

O desenvolvimento destas versões está a ser feito pela Bluepoint Games, a mesma empresa que fez a God of War Collection e ainda não existe data de lançamento.

Sem dúvida, uma grande bomba da Konami para esta E3!

PSP Remaster

A Sony apresentou um novo conjunto de títulos seleccionados da PSP que irão ser convertidos para a Playstation 3, com gráficos em HD, compatibilidade com Dualshock 3, suporte para 3D e mais alguns extras exclusivos destas novas versões PSP Remaster.

Um dos aspectos mais interessantes destes jogos é a conectividade entre o jogo original na PSP e o Remaster na PS3, através do já existente Ad-Hoc Party, permitindo assim que vários jogadores joguem o mesmo jogo, uns na PSP e outros na PS3.

Os títulos PSP Remaster serão lançados quer em formato Bluray, quer em formato digital, sendo um dos primeiros títulos disponíveis o Monster Hunter Portable 3rd da Capcom, um dos títulos da PSP mais vendidos no Japão, agora com o nome de Monster Hunter Portable 3rd HD Ver.

O Monster Hunter Portable 3rd HD Ver. está previsto para lançamento no Japão já neste verão, não havendo previsão para lançamentos na Europa e US, o que é normal visto que a versão de PSP ainda não foi lançada fora do Japão.

Não são propriamente notícias retro, mas muitos bons jogos podem vir a aparecer neste novo formato para a PS3. Quem não quer jogar um Final Fantasy Crisis Core ou Dissidia na PS3? E um Metal Gear Solid Portable Ops ou Peace Walker? Sem dúvida que veremos grandes títulos da PSP na PS3. Garantidos devem de estar os dois God of War da PSP :)

Em breve saberemos mais!

Bionic Commando Rearmed 2

Bionic Commando Rearmed foi um dos melhores remakes dos últimos tempos. O sucesso foi suficiente para a Capcom melhorar sobre a fórmula vencedora de BCR e eis que hoje é lançado Bionic Commando Rearmed 2, a continuação.



Desta vez Spencer, o protagonista do jogo, consegue saltar, o que altera em muito a mecânica do jogo. Mas as novidades não ficam por aqui, novas armas, física de jogo melhorada e a possibilidade de jogar a dois jogadores fazem deste novo título da Capcom um must para todos os fãs de jogos de plataformas.

Disponível hoje para a X360 e PS3 por 1200 MS Points e €14.99 respectivamente!

Jogos Playstation One ainda Brilham

PSN

Uma das melhores “features” da PSN é podermos comprar títulos da PS1 que podemos jogar quer na PS3 quer na PSP. Para quem nunca teve uma PS1 esta é uma excelente oportunidade para jogar alguns dos melhores jogos feitos até hoje.

A Playstation Store Europeia não tem muitos títulos para oferecer, mas aqueles que têm uma conta na PS Store Americana, podem fazer o download de títulos excelentes como Resident Evil, Metal Gear Solid, Castlevania e Castlevania SOTN, Final Fantasy VII (também na Store Europeia), R-Types e R-Type Delta, entre muitos outros.

Reconheço que muitos destes títulos já sofreram remakes, muitos deles com gráficos HD, mas não há nada como jogar as versões originais para ter a experiência completa. Outra das grandes vantagens é que na PSP a pixelização dos gráficos fica muito mais reduzida devido ao tamanho do ecrã, o que faz com que alguns titulos “brilhem” mais na PSP do que na Playstation original!

Bionic Commando Rearmed

Bionic Commando Rearmed

Uma das jogadas de mestre da Capcom nos últimos tempo foi re-animar algumas das suas franchises de mais sucesso dos anos 90. Este ano tivémos um novo Street Fighter, cujos lutadores vieram quase todos directamente de Street Fighter II, mas já o ano passado a Capcom havia lançado remakes de três títulos retro: Commando, 1942 e Bionic Commando.

Capas Bionic Commando

A versão original de Bionic Commando saiu em 1988 para as arcadas e teve portes para as principais plataformas de jogos da altura: Spectrum, Amiga, Atari, etc. mas a versão que viria a ter mais sucesso foi, sem dúvida, a versão para a NES conhecida no Japão como “Top Secret: Hitler’s Revival”.

Bionic Commando Rearmed

Bionic Commando para a NES era diferente da versão de arcade, a base de jogabilidade era a mesma, tinhamos o nosso heroi com um braço extensivel, mas enquanto o primeiro BC era um jogo de pura acção e plataformas, a versão NES incluia alguns elementos inovadores, como uma história, personagens definidas e salas com puzzles que permitiam ao jogador ir descobrindo mais sobre o enredo do jogo. Outra das caracteristicas que marcaram a versão NES foi a banda sonora, que para a altura mostrara-se inovadora e aclamada pelo seu cariz militaristico adequado ao jogo.

Foram todas estas características que levaram o Bionic Commando a tornar-se num jogo de culto para quem tinha uma NES e foi precisamente por esse culto existir ainda hoje que a Capcom decidiu criar um remake desta versão.

Bionic Commando Rearmed é um remake 100% fiel á sua origem. Quero com isto dizer que quem jogou o original na NES vai decididamente sentir-se em casa. A estrutura do jogo está muito semelhante à original, até mesmo o controle do personagem continua com as mesmas falhas que proporcionam uma certa dificuldade.

BCR

Nathan Spencer, o heroi do jogo, tem como missão infiltrar-se nas instalações do inimigo e resgatar Super Joe, um comando especial enviado antes de Nathan.

Durante a sua missão conta apenas com o seu braço bionico e com armamento que vai encontrando. Para o auxiliar na sua missão, Nathan conta também com uma boleia de helicoptero entre niveis, que por vezes o irá levar a combates com uma perprectiva “top down” estilo Commando e Mercs.

BCR

Alguns elementos do jogo foram actualizados para os nossos dias. Os puzzles que na versão original serviam para fazer escutas telefónicas deram lugar a sessões de hacking para que nos infiltremos na rede informática do inimigo :) As armas são em mais variadade e os seus efeitos variam de inimigo para inimigo.

Fora da mecânica do jogo encontramos também algumas novidades. Existem vários modos multiplayer, um deles cooperativo para dois jogadores e que torna a dificuldade do jogo diferente. Existem também vários “Challenge Rooms” e leaderboards online para que possamos comparar os tempos que fazemos nos vários níveis.

BCR

Bionic Commando Rearmed é um jogo feitos por fãs para fãs. Nota-se o cuidado e a devoção com que este jogo foi feito, principalmente para quem conhece o original. Para quem nunca ouviu falar de Bionic Commando, este é um excelente jogo para se iniciar no universo da série e sim, digo série, porque esta semana saí Bionic Commando para a PS3 e XBOX 360, a sequela de Bionic Commando Rearmed que continua a sua historia.

No site oficial do jogo podemos ler um comic – Bionic Commando: Chain of Command – que explica o que se passou entre os dois jogos e dá o mote para o novo título da Capcom.

Bionic Commando Rearmed está disponível para a PS3, XBOX 360 e PC, estando a versão para a PS3 em promoção até hoje. Um excelente remake de um excelente clássico do retro gaming!

Trivia

  • Super Joe aka Joseph Gibson, o comando que temos que salvar em Bionic Commado é nada mais nada menos do que o protagonista de dois clássicos da Capcom – Commando e Mercs, a sequela. Em Bionic Commando (3D) estaremos sobre as ordens de Super Joe.
  • Nas compilações Capcom Classics Collection Remix e Reloaded para a PSP podes encontrar o Bionic Commando (versão arcade), o Commando e o Mercs.

Fallout 3 DLC para a PlayStation 3

Fallout 3

Até agora, apenas as versões para PC e XBOX 360 de Fallout 3 tinham exclusividade nas expansões lançadas como DLCs. Hoje a Bethesda veio anunciar que as expansões já existentes estarão disponíveis para a PlayStation 3. “Operation Anchorage”, a primeira expansão, estará disponível na PlayStation Store em Junho, seguida de “The Pitt” e “Broken Steel” com poucas semanas de intervalo.

Mas as notícias de Fallout 3 não ficam por aqui, a Bethesda anunciou também mais duas expansões para o jogo. A primeira a ser lançada será “Point Look” seguida de “Mothership Zeta”, sendo esta última uma história paralela ao jogo que involve o rapto do jogador por extra-terrestres. Com um preço anunciado de $10 dollars para ambas as expansões, “Mothership Zeta” deve estar disponível um mês depois de “Point Look”.

Neste momento Fallout 3 pode ser adquirido por um preço bastante razoável, quer para a XBOX 360 mas principalmente para a PS3, que pode ser encontrado nas lojas GAME por €19.99 para a edição normal ou por €25 para a versão de coleccionador. Estes preços deverão manter-se por pouco tempo devido ao aparecimento das novas expansões e também pelo facto da edição actual estar a ser descontinuada, para dar lugar à edição de “Game of the Year” que já contém as expansões.

Resident Evil 5

Resident Evil 5

Quando a Capcom lançou o Resident Evil 4, a opinião da fã base foi de que seria muito difícil um Resident Evil 5 superar o seu predecessor.

Ao jogarmos RE5 nota-se claramente que a Capcom aproveitou tudo o que tornou RE4 um “insta-classic”: as posições da câmara, o sistema de mira, os movimentos do protagonista, os ataques físicos e até o ambiente, se bem que desta vez não combatemos zombies espanhóis “Ganados” mas sim zombies africanos “Majini”.
No entanto nem tudo vem de RE4. Neste novo título temos um companheiro constante ao longo da aventura, melhor, uma companheira, Sheva Alomar, que pode ser controlada por um segundo jogador ou, em caso de jogarmos em modo de single player, controlada por uma AI extraordinária.

Muitas foram as melhorias neste título: os gráficos, agora na PS3 e XBOX 360, fazem brilhar o jogo com um detalhe e beleza fenomenais, todos os personagens são super detalhados, desde os principais até à “carne para canhão” e os movimentos, bastante naturais, são resultado de horas de motion capture de actores, que dão sem dúvida um aspecto mais realista aos personagens.

Em termos de jogabilidade, RE5 não foge ao seu predecessor. Ainda não é possível disparar e andar ao mesmo tempo, o que sempre foi uma limitação na maioria dos títulos da série, mas de resto, iremos passar muito tempo a disparar, racionar armamento e trocar / comprar / vender armas e mantimentos, uma constante também na série.

Resident Evil 5

Apanhar ouro, armas e itens durante os níveis é fundamental visto que desta vez não temos “Merchants” pelo jogo como em RE4. Como tal, todas as compras e vendas são feitas entre cada nível.
São também frequentes as áreas em que utilizamos veículos, como barcos, carrinhas todo o terreno, geralmente sempre com algum dos membros da equipa a disparar sobre hordas de Majini ou então sobre os “Bosses” que aparecem no meio ou no fim dos níveis.

Mas toda esta mecânica de jogo não têm fundamento se não estiver inserida numa história que mergulhe o jogador completamente no universo de Resident Evil.
RE5 mostra que o termo “survival horror” não implica estar a lutar pela sobrevivência sempre num ambiente nocturno, na verdade a maior parte de RE5 passa-se durante o dia e teremos até oportunidade de ver cenários naturais tipicamente africanos que nos farão parar para admirar a beleza de um pôr do sol. É claro que tudo isto irá decepcionar os mais puristas, mas talvez RE5 os faça mudar de ideias ao longo do jogo.

Neste novo capítulo, temos o regresso de Chris Redfield que agora faz parte da BSAA (Bioterrorism Security Assessment Agency), um grupo internacional que, depois da extinção da Umbrela Corporation, se dedica a encerrar organizações terroristas que ainda utilizem o espólio da Umbrella como armas.

Resident Evil 5

Chris é destacado para África depois de saber que existe uma epidemia em algumas áreas do país, onde se encontra com Sheva Alomar, membro da divisão Africana da BSAA de modo a se juntarem a equipas que já se encontram no terreno a investigar e neutralizar as ameaças resultantes da epidemia.

Não querendo entrar em grandes detalhes para evitar spoilers, serão óbvios os laços deste título com os restantes títulos da série e serão dadas respostas a perguntas que se têm vindo a levantar desde o Resident Evil original.

Além do modo single player, o multiplayer foi também bastante considerado, sendo possível o modo cooperativo entre jogadores, quer online quer local com um segundo comando. Neste momento também se encontra disponível como DLC o modo Versus, que consiste em dois modos multiplayer: Slayers em que os personagens têm que exterminar os Majini e Survivor, que consiste num deathmatch tradicional. Ambos os modos suportam equipas de 4 jogadores, ou seja, 2 equipas de dois jogadores cada.

Também presente em RE5 e como já é tradição, temos o modo Mercenaries, a que teremos acesso quando acabarmos o jogo pela primeira vez.
Outros dos aspectos positivos de RE5 é a sua re-jogabilidade, ou seja, cada vez que acabamos este título, desbloquearemos novos modos, itens, personagens e segredos, o dá um tempo de vida enorme a este título.

Para fechar, Resident Evil 5 é um excelente jogo, digno do nome da série. Apresenta algumas alterações que podem não agradar os mais fãs mais puristas, mas sem dúvida que a sua acção e jogabilidade agradará aos recém-chegados ao Universo de Resident Evil.

Recomendado!

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