Como já repararam, o 8BR anda um pouco morto. Isto deve-se ao facto de neste momento eu estar com pouca disponibilidade. Como tal irá ficar em PAUSE durante algum tempo.
Obrigado!
Como já repararam, o 8BR anda um pouco morto. Isto deve-se ao facto de neste momento eu estar com pouca disponibilidade. Como tal irá ficar em PAUSE durante algum tempo.
Obrigado!
O Video Games live foi oficialmente adiado para uma data ainda indefinida, neste momento ainda não temos mais informações mas assim que houver novidades indicaremos a nova data do evento.
Desde já o meu obrigado pelo destaque dado ao 8-Bit Revolution na Smash deste mês.
Mais uma vez o pessoal da Smash prova que está atento à comunidade gamer nacional. Parabéns pelo crescimento da revista que este mês está mais “gorda” contando com mais umas páginas
Afinal o pessoal da Smash não dorme em serviço. Há algum tempo escrevi aqui um post sobre o número dois da Smash e confesso que tenho comprado todos os números desde então. Na edição de Julho (N.º 4), parte desse artigo consta na área “You Smash”, em conjunto com opiniões retiradas de outros blogs e foruns da gamer scene nacional. É bom ver que realmente o pessoal da Smash tem em conta as opiniões dos leitores e digo isto não por terem comentado o post em questão mas porque a revista têm realmente melhorado e ganho mais qualidade de número para número. Alguns aspectos que critiquei ainda se mantém, mas olhando de uma perceptiva diferente, são estes aspectos que tornam a Smash a revista que é.
Continuem!
Esta semana, aqui no 8-Bit Revolution, será dedicada à Capcom.
Durante os próximos dias poderão contar com críticas a vários títulos da Capcom, quer recentes quer clássicos, passatempos (sim, e desta vez com prémios!) e outros artigos relacionados com uma das maiores editoras de video jogos da actualidade.
Stay tuned!!
Quando se fala em retrogaming, a maioria das pessoas associa a gráficos pixelizados, 4 cores no máximo, melodias com bips e boops e os ocasionais títulos da praxe. Isto não é errado, mas quanto a mim é incompleto.
O retrogaming contempla não só jogos com uma certa “idade”, mas também algo que tem vindo a dar a conhecer às novas gerações os grandes títulos da golden age dos vídeo jogos: os remakes.

Existem vários tipos de remakes, desde os mais simples que apenas emulam jogos antigos nas plataformas actuais, até aos mais elaborados que transformam completamente os títulos em jogos que podem ser até considerados “actuais”.
Gráficos HD, bandas sonoras completamente refeitas, multiplayer online, muitas são as melhorias que fazem com que os clássicos voltem a renascer e valer a pena voltar a jogar ou descobrir pela primeira vez.
Com a geração actual de consolas, temos vindo a observar o crescimento do fenómeno retrogaming. A Wii dedica uma parte fundamental da sua arquitectura a uma Virtual Console que emula várias consolas antigas da própria Nintendo e até antigas rivais, como a Sega Mega Drive, no entanto podemos encontrar nos títulos Wii Ware, remakes e jogos inspirados em clássicos.
Consolas como a PS3 e Xbox 360 também têm o seu punhado de remakes e compilações de retro jogos, nomes como Sega e Capcom fazem render o seu vasto portfólio de clássicos, adaptados para as duas plataformas.
Como fã assumido de retrogaming, tenho vindo apreciar os vários remakes que aparecem. Uma das vantagens que os jogos antigos tinham, pelo menos “back in the old days”, era de que os gráficos obrigavam o jogador a imaginar como seriam aqueles mundos, ou seja, ao jogarmos um jogo como Super Mario Bros., muitas vezes imaginávamos como era a cara do Mário, os inimigos, etc… hoje com a perfeição que as actuais arquitecturas possibilitam, é nos dada a imagem fiel pretendida pelos designers, vimos os personagens, o mundo e a realidade do jogo tal como é pretendido por quem o cria. Em parte os remakes servem para constatarmos (ou não) o quão estávamos / estamos em sintonia com o jogo e com o mundo que nos é dado a conhecer.

Lembro-me quando saiu o Super Mario All Stars para a SNES, uma compilação que contempla o remake de Super Mario Bros. 1,2 e 3 com gráficos melhorados, estilo Super Mario World. A riqueza que estes remakes trouxeram foi tão grande, que mais tarde foram estas as versões adaptadas para o Game Boy Advance. As cores, os cenários, as personagens, tudo foi melhorado e fez uma diferença brutal mesmo estando a falar de um salto de apenas uma geração (NES > SNES).
Hoje em dia temos remakes exemplares obrigatório a todos os amantes de retrogaming: R-Type Dimensions, Ultimate Ghosts n’ Goblins, Bionic Commando Rearmed, Bubble Bobble Plus!, Adventure Island: The Beginning, enfim… sigam o 8BR que eu vou falando neles aqui.
Não excluam um jogo só porque já “é velho” ou porque “já o meu irmão jogava isso”, convertam-se à magia dos remakes e vão descobrir que os clássicos ainda têm muito para dar!

Como já devem de se ter apercebido o 8BR mudou de endereço. A casa continua a mesma
Obrigado por terem vindo!
Alegrem-se as 10 pessoas que compraram este magnifico jogo pois a sequela já foi anunciada, trata-se de um simulador de apanha do canivete e trás um pacote de sal para por na ponta do wii mote…
Piadas à parte, como é que com esta crise ainda se perde dinheiro desta maneira?
As consolas de última geração deram um grande “salto” relativamente à integração da Internet com a utilização e funcionalidades das próprias consolas.
A utilização da Internet nas consolas de última geração vai muito além da possibilidade de jogar online. Hoje podemos aceder a vários conteúdos, filmes, música, jogos e demonstrações. Pagos ou grátis, os conteúdos disponíveis e distribuídos digitalmente vieram para ficar. A Sony, a Microsoft e a Nintendo têm vindo a apostar mesmo até na distribuição digital de jogos que não se encontram à venda nas lojas de vídeo jogos.
Este método de venda possibilita uma gestão do produto diferente, evitando os chamados “middle-men”, distribuidores e fornecedores que fazem chegar os jogos às lojas. No entanto existem outros custos associados, como custos de infra-estruturas informáticas, desenvolvimento de plataformas de distribuição digital, etc…
Mas será que este meio de distribuição / venda irá substituir a venda de jogos nas lojas da especialidade e hipermercados? Provavelmente não, pelos menos nos próximos 10-15 anos. Os acessos à Internet ainda não estão massificados a um nível que permita substituir por completo a distribuição tradicional.
Em grande parte dos casos, o cliente final recusa-se a pagar o mesmo preço por um jogo em versão “downloadable” do que paga numa loja em suporte físico. Além do preço do jogo acrescenta-se o preço de uma mensalidade do acesso à Internet, já para não falar no factor psicológico, ou seja, pagar por algo que não é muito “palpável”. Em 90% dos casos, havendo duas versões do mesmo jogo (downloadable e normal) o cliente final opta pela versão normal em formato físico.
Porém existem outros factores pelos quais será pouco provável que a distribuição se torne totalmente digital. O facto de existirem muitos coleccionadores de jogos, geralmente bons compradores, que perferem ter os jogos da sua colecção dentro das caixas tradicionais com artwork, etc, do que ter o disco rígido da consola cheio. O tamanho dos discos rígidos e / ou a ausência de um suporte de armazenamento nas consolas também se tornam em factores impeditivos.
Outros factores são a falta de informação do cliente que muitas vezes desconhece o serviço online e a faixa etária de quem utiliza a consola. Marketing e exposição do produto também se tornam em parte incompatíveis com um serviço de distribuição digital. É mais fácil e rentável ter o produto à venda em várias superfícies comerciais do que apenas num serviço de distribuição digital.
Talvez mais duas gerações de consolas mudem totalmente este panorama, mas de momento, podem contar com as caixinhas em display à vossa espera
Agora já podem seguir os updates do 8-Bit Revolution via Twitter – http://twitter.com/8bitrevolution
Não se esqueçam de visitar o grupo do 8BR no Flickr. Participem nas discussões e adicionem as vossas fotos!
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