Sonic CD foi um, senão o melhor Sonic da era de 16-Bit. A opinião é geral e Christian Whitehead também concorda. Foi por isso que pôs mãos à obra e criou uma versão do Sonic CD para o iPhone, de raiz, a correr no Retro Engine um motor criado por ele. Na verdade Christian pretende com isto mostrar à Sega que é possível ter jogos clássicos a correr no iPhone sem serem emulados, aproveitando mais as capacidades do dispositivo, obtendo assim framerates de 60 frames por segundo e uma jogabilidade inabalável.
Já agora, que jogos da Sega gostariam de ter no vosso iPhone / iPod Touch?
Update: Os videos e a página para os quais este post linkava deixaram de funcionar, tudo indica que algo aconteceu e que esse algo envolveu a Sega, visto o post do blog da Sega que mencionei anteriormente também foi removido.
A Taito lançou hoje para o iPhone / iPod Touch o Space Invaders Infinity Gene, título até hoje apenas disponível para os telemóveis na terra do Sol nascente. Ao contrário de Space Invaders Extreme, Infinity Gene não é tão gráficamente agradável à vista, na verdade está mais perto do Space Invaders original com os seus gráficos vectoriais 80’s style, do que a acid trip que podemos experimentar com Extreme.
No entanto, Infinity Gene leva a saga a outros vôos, literalmente, ou seja, pela primeira vez num título da saga Space Invaders deixamos de estar limitados ao eixo X e podemos manobrar livremente a nave pelo ecrã mais ao estilo de um shooter. Mais uma vez, à nossa espera encontram-se waves e waves de inimigos, alguns já conhecidos mas a maioria completamente diferentes do que encontramos até agora nos vários títulos da série.
O nome Inifinity Gene vem do facto de existir uma “árvore” que vai evoluindo à medida que apanhamos powerups e passamos de nível. Os vários estágios de evolução da árvore vão alterar a maneira como jogamos, dando-nos outros estilos de armas, velocidade e outras capacidades.
Outro dos pontos altos do jogo é a banda sonora, ao mais puro estilo electro, adequa-se 100% à jogabilidade, no entanto podemos escolher músicas da nossa própria biblioteca do iPhone / iPod Touch para banda sonora.
Com 36 níveis oficiais, Inifinty Gene proporciona-nos algumas horas de jogo, principalmente com a evolução dos níveis o que torna o jogo quase infinito. Um mimo para todos os fãs de Space Invaders!
Para quem ainda não deu por isso, esta semana sairam dois dos melhores jogos retro na Virtual Console da Wii – Kirby Dreamland 3 para a SNES e Detana Twin Bee para a TurboGrafx, ambos fazem parte do Hanabi Festival que já decorre há duas semanas.
Kirby’s Dream Land 3 – Super Nintendo (Hanabi Festival)
A aventura final de 16 bits de Kirby não tinha sido lançada fora da América do Norte e do Japão – até agora! Junta-te a Kirby e aos seus amigos numa colorida aventura de plataforma e tenta derrotar King Dedede, que foi possuído por uma força demoníaca e está a causar o caos em toda a Dream Land.
DETANA TWIN BEE – Turbografx (Hanabi Festival)
O jogo que praticamente definiu o género de “cute ‘ em ups” chega agora à Consola Virtual! Gráficos cheios de cores vivas combinam-se com acção intensa neste altamente cobiçado shooter de scrolling vertical japonês.
A série Street Fighter marcou fortemente todos aqueles que frequentavam e jogavam nas máquinas de arcada. Nos anos 90 era impossível ir a um salão de jogos e não ver uma fila para jogar Street Fighter II, alguns salões até tinham mais do que uma máquina com o mesmo Street Fighter, o que permitia muitas vezes os jogadores organizarem torneios só pelo gozo de jogar. Foi sem dúvida um dos grandes jogos arcade e consola que marcaram o Sec. XX.
Vários foram os ports para consolas e computadores, várias foram as séries e spin offs de Street Fighter ao longo destes anos, o que levou em parte, o jogo a diluir-se em muitos outros jogos do mesmo género. Só recentemente com o lançamento de Street Fighter IV para as arcadas e consolas é que a série viria a ganhar de novo o brilho que teve na sua época dourada. De novo começaram-se a ver filas para jogar o jogo nas arcadas (e sim veio também trazer de novo público para os já quase abandonados salões) e de repente Street Fighter IV é falado em tudo quanto é revista e site de video jogos.
Quem nunca tinha jogado ficou fã, mas os mais beneficiados foram os veteranos que já tinham saudades de um “verdadeiro” Street Fighter, e este está definitivamente à altura desta nova geração, mantendo tudo o que de bom tinha Street Fighter IV. A fórmula para tal sucesso? A Capcom ouviu os verdadeiros fãs, e foi buscar o melhor de todos os jogos da série.
Em Street Fighter IV quase todos os personagens vêm de Street Fighter II e Street Fighter Alpha, as duas séries com mais sucesso no Universo de Street Fighter, bem como a mecânica de jogo que continua em 2D mas com gráficos 3D espectaculares.
Como se não bastasse tudo isto, a Capcom quis dar aos fãs a experiência total. Jogar SFIV numa arcada é exactamente o mesmo como jogar SFIV no modo arcade nas versões para a PS3 e XBOX 360, desde os golpes aos personagens, tudo é igual. Mas a Capcom não ficou por aqui e fez uma parceria com a Mad Catz, e construiram comandos e arcade sticks para as consolas, substituído os comandos originais das consolas que estão pouco optimizados para jogos de luta.
Entre todos estes comandos e sticks, o Street Fighter IV Arcade Fightstick Tournament Edition é o que se assemelha à mais pura experiência de arcada. As cores do arcade stick são as mesmas da máquina original bem como os componentes utilizados, stick e botões, topo de gama da Sanwa, a empresa japonesa mais conceituada em componentes de máquinas arcada. É claro que este stick é também o mais caro, podendo ir até aos 150€, mas com 40€ já se pode comprar um fightpad que aumenta consideravelmente a experiência de jogo.
Para os jogadores mais casuais, SFIV é apenas mais um jogo, mas para os verdadeiros fãs, SFIV é um Fan Service, um agradecimento da Capcom pela lealdade ao longo de todos estes anos sem um novo SF.
De qualquer modo, Street Fighter IV é um clássico instantâneo e obrigatório!
Uma das melhores “features” da PSN é podermos comprar títulos da PS1 que podemos jogar quer na PS3 quer na PSP. Para quem nunca teve uma PS1 esta é uma excelente oportunidade para jogar alguns dos melhores jogos feitos até hoje.
A Playstation Store Europeia não tem muitos títulos para oferecer, mas aqueles que têm uma conta na PS Store Americana, podem fazer o download de títulos excelentes como Resident Evil, Metal Gear Solid, Castlevania e Castlevania SOTN, Final Fantasy VII (também na Store Europeia), R-Types e R-Type Delta, entre muitos outros.
Reconheço que muitos destes títulos já sofreram remakes, muitos deles com gráficos HD, mas não há nada como jogar as versões originais para ter a experiência completa. Outra das grandes vantagens é que na PSP a pixelização dos gráficos fica muito mais reduzida devido ao tamanho do ecrã, o que faz com que alguns titulos “brilhem” mais na PSP do que na Playstation original!
Afinal o pessoal da Smash não dorme em serviço. Há algum tempo escrevi aqui um post sobre o número dois da Smash e confesso que tenho comprado todos os números desde então. Na edição de Julho (N.º 4), parte desse artigo consta na área “You Smash”, em conjunto com opiniões retiradas de outros blogs e foruns da gamer scene nacional. É bom ver que realmente o pessoal da Smash tem em conta as opiniões dos leitores e digo isto não por terem comentado o post em questão mas porque a revista têm realmente melhorado e ganho mais qualidade de número para número. Alguns aspectos que critiquei ainda se mantém, mas olhando de uma perceptiva diferente, são estes aspectos que tornam a Smash a revista que é.
Continuem!
O Studio Liverpool consegui-o de novo, a extensão Fury para o WipeOut HD vêm melhorar significativamente o que já era um jogo excelente. WipeOut HD Fury tem um custo de 9.99€ (metade do preço inicial do WipeOut HD) e vêm recheado de novas pistas, veículos, campanhas de single player e modos de jogo que certamente irão agradar aos fãs da serie.
Mas Fury vai muito mais além do que esperávamos, com os novos modos de jogo Eliminator, Detonator e Zone Battle, WipeOut deixa de ser um jogo apenas de corridas. No modo Eliminator ganhamos pontos eliminando os nossos adversários, tornando-se o principal objectivo ganhar o maior número de pontos possível, não fazendo as voltas à pista em primeiro lugar, mas sim destruindo tudo o que se atravessa à nossa frente utilizando para isso várias manobras sendo uma das mais notáveis a volta de 180º em plena corrida.
Detonator torna WipeOut num shooter, uma espécie de Deathmatch em que equipamos a nossa nave com uma metrelhadora e com a Shockwave. Ambas as armas terão de ser recarregadas, o que implica que não podemos disparar ao nosso bel prazer enquanto evitamos e eliminamos as minas ao longo do percurso. A base deste modo está o modo já existente das Zones, o que significa que a velocidade de jogo e o número de minas vai aumentado conforme o número de voltas que vamos fazendo… enfim, totalmente alucinante!
O último modo, a Zone Battle, é talvez o menos divertido dos três modos, mas não deixa de ser interessante. Como o próprio nome indica, este modo também tem origem no modo das Zones, mas desta vez temos que correr contra várias naves até chegar à zona alvo. À medida que vamos passando por certas plataformas, enchemos a Zone Bar que nos permite um boost de velocidade ou energia (conforme escolhermos).
Fury é sem dúvida uma expansão obrigatória para todos os que gostam de WipeOut e para os que ainda não experimentaram a velocidade alucinante deste jogo. Se ainda não têm o WipeOut HD, comprem o jogo e a expansão que não se vão arrepender, pois todos os modos de Fury são retrocompativeis com os modos originais de HD ficando assim com muito para jogar!
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