
Que tal um tema old-school Gameboy para o teu iPhone / iPod Touch?
De repente apetece-me ir buscar o meu primeiro Gameboy e bater uns níveis de Super Mario Land… ahh old times

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De repente apetece-me ir buscar o meu primeiro Gameboy e bater uns níveis de Super Mario Land… ahh old times
As consolas de última geração deram um grande “salto” relativamente à integração da Internet com a utilização e funcionalidades das próprias consolas.
A utilização da Internet nas consolas de última geração vai muito além da possibilidade de jogar online. Hoje podemos aceder a vários conteúdos, filmes, música, jogos e demonstrações. Pagos ou grátis, os conteúdos disponíveis e distribuídos digitalmente vieram para ficar. A Sony, a Microsoft e a Nintendo têm vindo a apostar mesmo até na distribuição digital de jogos que não se encontram à venda nas lojas de vídeo jogos.
Este método de venda possibilita uma gestão do produto diferente, evitando os chamados “middle-men”, distribuidores e fornecedores que fazem chegar os jogos às lojas. No entanto existem outros custos associados, como custos de infra-estruturas informáticas, desenvolvimento de plataformas de distribuição digital, etc…
Mas será que este meio de distribuição / venda irá substituir a venda de jogos nas lojas da especialidade e hipermercados? Provavelmente não, pelos menos nos próximos 10-15 anos. Os acessos à Internet ainda não estão massificados a um nível que permita substituir por completo a distribuição tradicional.
Em grande parte dos casos, o cliente final recusa-se a pagar o mesmo preço por um jogo em versão “downloadable” do que paga numa loja em suporte físico. Além do preço do jogo acrescenta-se o preço de uma mensalidade do acesso à Internet, já para não falar no factor psicológico, ou seja, pagar por algo que não é muito “palpável”. Em 90% dos casos, havendo duas versões do mesmo jogo (downloadable e normal) o cliente final opta pela versão normal em formato físico.
Porém existem outros factores pelos quais será pouco provável que a distribuição se torne totalmente digital. O facto de existirem muitos coleccionadores de jogos, geralmente bons compradores, que perferem ter os jogos da sua colecção dentro das caixas tradicionais com artwork, etc, do que ter o disco rígido da consola cheio. O tamanho dos discos rígidos e / ou a ausência de um suporte de armazenamento nas consolas também se tornam em factores impeditivos.
Outros factores são a falta de informação do cliente que muitas vezes desconhece o serviço online e a faixa etária de quem utiliza a consola. Marketing e exposição do produto também se tornam em parte incompatíveis com um serviço de distribuição digital. É mais fácil e rentável ter o produto à venda em várias superfícies comerciais do que apenas num serviço de distribuição digital.
Talvez mais duas gerações de consolas mudem totalmente este panorama, mas de momento, podem contar com as caixinhas em display à vossa espera

A Capcom continua a dar cartas com o Mega Man 9. Desde o lançamento do jogo que têm saído quase todas as semanas novos conteúdos adicionais para o jogo, desde novos personagens, novos modos e níveis com direito a respectivo boss. No entanto a Capcom pela “voz” de Seth Killian, o moderador / gestor de comunidades do Forum da Capcom, disse que ainda falta descobrir um segredo no jogo e que está muito bem escondido…
Penso que deve ser algum personagem jogavel, como o Bass ou então algum nível escondido. Esperemos para ver!

Gradius, ou Nemesis como foi inicialmente lançado na Europa, é uma das mais famosas séries de shoot-em-up’s de todos os tempos, logo ali ao lado de R-Type.
Lançado o primeiro título em 1985 nas arcadas, Gradius conta hoje com mais de 10 títulos na série, em várias plataformas. Gradius é considerado pelos amantes do género como os melhores shoot-em-up’s, não só pelo sistema de armamento da nave, que podemos controlar mediante powerups, como também pela originalidade dos niveis e inimigos. Aos comandos da Vic-Viper (sim, é o nome da nave protagonista da série), o objectivo é o do costume, derrotar a imensidão de inimigos e bosses, nível após nível. Noutros títulos da série temos à nossa escolha mais naves como a Lord British Space Destroyer, Metalion, Sabel Tiger, Thrasher, Vixen, Alpinia, Super Cobra, Jade Knight e a Falchion.
A originalidade da série tem sido positiva, desde crossovers do universo de Gradius com outros jogos da Konami, como Salamander, Parodius (que é uma paródia ao Gradius) até ao mais recente Otomedius Gorgeous que vai sair para a XBOX 360 e conta com umas personagens anime bastante “avantajadas” ^_^”
Se por esta altura estão a perguntar como jogar Gradius, a resposta é fácil. É bem provável que exista pelo menos um título da série para a vossa consola, mas a minha escolha vai para a PSP e para a Wii.

Na PSP temos o excelente Gradius Collection ou Gradius Portable como é conhecido no Japão onde podemos contar com Gradius, Gradius, Gradius III, Gradius IV e Gradius Gaiden tudo num só UMD
Como bonus, temos acesso às bandas sonoras dos jogos e aos videos da intros e finais. Konami Code included!
Para a Wii temos na Virtual Console o Gradius para a NES, o Gradius II para a PC-Engine e o Gradius III para a SNES.
Outra novidade para a Wii Ware é o Gradius Rebirth, um remake/remix de vários títulos da série. Apenas disponível de momento no Japão, Gradius Rebirth estará presente na Virtual Console europeia no próximo ano.
A título pessoal, considero Gradius uma das melhores séries de shoot-em-up’s, não só por manter ainda hoje o feeling de old school shooter mas por continuar a inovar a cada título. Se querem voltar aos “jogos de naves”, Gradius é um excelente ponto de partida.
Trivia: Sabiam que Gradius originou o termo “Pew Pew Pew” devido ao som de uma das armas no jogo?
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