Space Invaders World War e um jogo em Flash, lançado no seguimento das celebrações do 30º aniversário dos Space Invaders. A mecânica do jogo é simples, eliminar a maior quantidade de Invaders possível ao longo dos níveis, mediante a nossa pontuação, podemos retirar os pontos que ganhámos a outro país e adicionar à pontuação do país que representamos. Ao longo dos vários meses, são marcadas no site “batalhas” entre países durante certos períodos de tempo.
Para jogar ou para obter mais informações basta clicar na imagem acima.
Finalmente consegui jogar a um dos jogos que mais tem dado que falar nos últimos tempos: LittleBigPlanet para a PlayStation 3.
Se existem duas palavras que consigam descrever este jogo eles são liberdade e criatividade. LittleBigPlanet é no seu core um jogo de plataformas, daqueles à moda antiga em que temos que pular e agarrar em objectos para chegar mais longe, coleccionar itens e fugir de inimigos que querem dificultar a vida ao nosso heroi… o Sackboy ou Sackgirl se assim o quisermos, visto podermos customiza-lo desde os cabelos, à roupa, aos olhos, como se de um boneco de trapos real se tratasse.
Com o decorrer do jogo, vamos ganhando mais objectos, entre os quais se encontram peças de roupa, capacetes, chapéus, etc… Na PlayStation Store também se encontram disponíveis para download, fatos completos, uns pagos, outros de borla. Quando comprei o jogo na Game, foi-me oferecido pela loja um voucher que permitia fazer o download de um fato de Kratos do God Of War para o Sackboy.
A beleza deste jogo está em parte, nos pormenores. A física aplicada aos objectos é completamente assombrosa. Depende da forma dos objectos, dos materiais, das posições, enfim, é como se estivéssemos a interagir com objectos reais. É claro que também temos objectos no jogo criados a partir de materiais que não existem, que flutuam como se não tivessem peso, etc…
O modo de Story permite-nos jogar vários níveis e ir descobrindo vários objectos, que podemos usar para decorar os mundos pelos quais passamos, podemos colocar autocolantes, folhas de plantas e outros objectos em qualquer parte do nível. Sozinhos ou acompanhados, um amigo pode-se juntar e jogar os vários níveis do modo Story que convém completar, pois assim descobrimos os vários objectos e materiais que podemos usar para outro modo de jogo.
Após os 3 primeiros níveis do modo Story estarem completos, apesar de estarmos bem longe de o terminar, pois são 20 e poucos níveis, LittleBigPlanet revela o seu verdadeiro potencial, o modo de criação de níveis. É aqui que podemos dar largas à nossa imaginação e criar níveis inteiros (e enormes) com os materiais que coleccionamos no modo Story. Podemos construir castelos gigantes em cima de skates, monstros de espuma e papelão que explodem mediante certas acções… enfim, o limite é a imaginação de cada um.
Depois de criarmos os níveis, podemos partilha-los com outros jogadores através da PlayStation Network e, logicamente, também podemos fazer download de níveis criados por outros jogadores. Ao entrármos nesta especie de comunidade, podemos adicionar outros jogadores como amigos, podemos classificar as criações de outros e ver as nossas igualmente classificadas, criando um género de rede social dentro do jogo.
LittleBigPlanet pode parecer á primeira vista um jogo infantil, mas está longe disso. Quando se começa a jogar, torna-se evidente que existe uma certa complexidade no jogo, principalmente na criação dos níveis, no entanto é também por aqui que o jogo se torna viciante e queremos completar todos os níveis a 100% para ter cada vez mais objectos para por nos níveis que criamos.
O LBP conta com uma versão totalmente em português em que a narração é feita por Nuno Markl… o que pode levar com que muitos escolham ouvir Stephen Fry.
Resumindo, LittleBigPlanet é provavelmente o jogo do ano para a PS3. A sua originalidade renova um estilo reminiscente do retrogaming e leva-o mais além com características inovadoras como a criação e partilha de níveis dentro de uma comunidade.
Já tinha mencionado o Space Invaders Get Even! aqui no 8BR anteriormente. Na sexta-feira passada foi lançado na WiiWare e pode ser adquirido por 500 pontos, um valor bastante baixo em comparação com o resto dos jogos lançados por editoras de renome na WiiWare. Podem contar com uma review aqui no 8BR assim que possível!
A Taito realizou um videoclip para fazer publicidade aos seus Arcade Centers no Japão. Escusado dizer que os Space Invaders são o ícone destes centros. A música e o grafismo estão excelentes e a mensagem é bem visível. Vejam o vídeo abaixo e digam lá se não vos apetece jogar uns níveis de Space Invaders?
Ainda há umas horas escrevi sobre a Sega Mega Drive Collection para a PS2 e PSP e acabo de receber um press release da Sega a anunciar que vão lançar a Sega Mega Drive Ultimate Collection para a PS3 e Xbox 360.
Desenvolvido pela Backbone Entertainment, este título conta com mais de 40 clássicos, tornando-se a maior compilação de jogos da Sega lançada até hoje. Ainda não há informação de todos os títulos incluídos, mas alguns já se conhecem: Sonic the Hedgehog 1, 2 e 3, Columns, Alien Storm, Ecco the Dolphin, Space Harrier e Streets of Rage 1, 2 e 3.
Os clássicos que compõem esta colecção são:
Alex Kidd in the Enchanted Castle
Alien Storm
Altered Beast
Beyond Oasis
Bonanza Bros.
Columns
Comix Zone
Decap Attack starring Chuck D. Head
Dr. Robotnik’s MBM
Dynamite Headdy
Ecco the Dolphin
Ecco II: The Tides of Time
E-SWAT
Fatal Labyrinth
Flicky
Gain Ground
Golden Axe I
Golden Axe II
Golden Axe III
Kid Chameleon
Phantasy Star II
Phantasy Star III: Generations of Doom
Phantasy Star IV: The End of the Millennium
Ristar
Shining in the Darkness
Shining Force
Shining Force 2
Shinobi III: Return of the Ninja Master
Sonic 3D Blast
Sonic and Knuckles
Sonic Spinball
Sonic the Hedgehog
Sonic the Hedgehog 2
Sonic the Hedgehog 3
Streets of Rage
Streets of Rage 2
Streets of Rage 3
Super Thunder Blade
Vectorman
Vectorman 2
Todos os títulos serão em 720P à semelhança dos clássicos da Sega já disponiveis na Xbox 360 Live Arcade e estará no mercado no ínicio de 2009 em todo o mundo.
Como bónus, serão incluídos nesta colecção alguns títulos da Sega Master System. Esperemos que estes títulos da Master System não contem para os 40 títulos anunciados
Continuando a celebrar os 20 anos da Mega Drive, não podia deixar de vos dar a conhecer a Sega Mega Drive Collection, disponivel para a PSP e PlayStation 2.
Para os fãs da Sega, esta compilação é realmente de compra obrigatória. À nossa espera encontram-se 28 dos mais famosos clássicos da Mega Drive: Alex Kidd, Altered Beast, Bonanza Bros, Columns, Comix Zone, Decap Attack, Ecco the Dolphin, Ecco: The Tides of Time, Ecco Jr, Flicky, Gain Ground, Golden Axe, Golden Axe II, Golden Axe III, Kid Chameleon, Phantasy Star II, Phantasy Star III, Phantasy Star IV, Ristar, Shinobi III, Sonic The Hedgehog, Sonic The Hedgehog 2, Super Thunder Blade, Sword of Vermilion, Vector Man, Vector Man 2, Virtua Fighter 2. Como os senhores da Sega gostam realmente dos seus fãs, ainda incluíram as versões arcade de Astro Blaster, Tip Top, Eliminator, Space Fury, Super Zaxxon, mas estão escondidos e têm que ser desbloqueados à medida que se vão jogando os restantes títulos.
De fora ficaram títulos que quanto a mim trariam mais valor a esta colecção, como Streets of Rage, Shadow Dancer, Sonic 3, Sonic and Knucles e a versão 32X de Virtua Fighter. No entanto, como podem ver pela lista de títulos acima, existe um título muito especial: Golden Axe III, que pela primeira vez é comercializado na Europa nesta compilação.
Além dos jogos, podemos também aceder a informações sobre os títulos incluídos na colecção, como cheats, artwork, trivia e entrevistas.
Apesar de ter sido lançada em 2007, neste momento ainda conseguimos encontrar a versão para a PSP por 20€ na maioria das lojas da especialidade. Sega Mega Drive Collection é realmente uma peça de colecção com bastante qualidade.
Saíu esta semana em território Europeu, mas já anda a dar que falar há algum tempo. LittleBigPlanet, o novo título da Media Molecule para a PlayStation 3, tem como personagem principal o Sackboy, ou se quiserem, Sackpersons, o boneco de trapos amigável que vêm acima na imagem. LBP não pode ser considerado como apenas um jogo, visto ser possivel além de jogar, criar os próprios níveis, customizar personagens e partilhar as nossas criações com outros jogadores dentro da comunidade. Podemos dizer que é um “Social Platformer”
Não vou fazer aqui a review ao jogo, pois ainda não joguei. Foi feito um Beta program mas não quis experimentar a versão Beta para não estragar a experiência de jogar a versão final e assim mantenho as minhas espectativas até ao fim
No entanto a curiosidade tem sido enorme e fui espreitar uns videos que explicam a parte da jogabilidade e customização dos personagens. O grau de customização de LBP é tão extenso que o associei aos Miis da Wii e aos Avatares do New XBox Experience. Acho que a Sony pode ir longe com o Little Big Planet se agir das seguintes maneiras: a primeira seria adoptar o Sackboy como mascote oficial da PlayStation. O personagem é giro, reconhecivel após se conhecer o jogo e bastante dinâmico.
A segunda seria comprar a Media Molecule, garantir mais títulos inspirados no LBP ou pelo menos expandir esta versão via conteudo tranferivel.
A terceira seria criar um LBP reduzido de modo a integrar com o interface da PS3, rivalizando assim com os Miis e os Avatares das suas concorrentes. Que tal Sony?
A Square-Enix abriu hoje ao público uma nova loja online para a Europa.
Pela primeira vez, estão disponíveis para os fãs Europeus, peças de merchandise e colecção até agora só disponiveis no Japão e EUA.
Fãs de séries como Final Fantasy e Kingdom Hearts podem agora encontrar bustos, estatuetas, figuras de acção e acessórios dos seus personagens favoritos.
A Capcom anunciou hoje que o remake do Street Fighter II Turbo já foi enviado para a Sony e Microsoft para aprovação e que deve estar disponivel na PlayStation Network e Xbox Live Arcade ainda este mês.
Se tudo correr bem, podemos começar a preparar-nos para o lançamento do Street Fighter IV em Fevereiro do próximo ano da melhor maneira.
Os gráficos deste Super Street Fighter II Turbo HD foram completamente redesenhados à mão pelos mesmo artistas que desenham os comics de Street Fighter, está completamente em HD e segundo a Capcom, mantém quase a mesma jogabilidade do original, tendo sido apenas alterados alguns pontos para dar mais equilibrio entre personagens.
Deixo-vos com algumas imagens do jogo (cliquem para ver o tamanho real).
Em Outubro de 1988 a Sega lançava no Japão a consola que viria uma das consolas com mais sucesso na história dos vídeo jogos. A Sega Mega Drive fez 20 anos no mês passado e continua a deixar saudosos os fãs da Sega e da consola. Na Europa, a Mega Drive foi lançada em Novembro de 1990 e rapidamente ganhava um lugar nos lares por todo o lado, ultrapassando a NES que até a altura era a consola de eleição.
Gráficos mais coloridos, cartuchos com mais capacidade, jogos vindos directamente das arcades, muitos foram os factores que agradaram os consumidores na altura, tudo isto aliado a campanhas publicitárias ferozes que fariam a Mega Drive ficar na história.
Foram vários os títulos que marcaram os fãs e a história dos vídeo jogos, After Burner, Super Hang-On, Altered Beast, Shinobi e finalmente Sonic que viria a ser a mascote da Sega até aos dias de hoje. Os títulos da Mega Drive eram um misto de criações exclusivas para a consola e portes de arcades. Com a Mega Drive a Sega dava aos jogadores a capacidade de jogarem todos os hits das arcades sem sair do conforto do seu sofá.
Durante 14 anos, o tempo de vida da Mega Drive, a Sega inovou, criando vários Add-Ons para levar ao máximo a potêncialidade da consola, como o Mega CD, e o 32X que levou a consola a entrar na era dos 32-Bit. A retrocompatibilidade com a Master System, a consola da Sega da geração anterior, estava garantida igualmente por um add-on chamado “Master System Converter”. Outros add-ons de destaque foram os gamepads com 6 botões para jogos como o Street Fighter II Champion Edition e o Sega Mouse.
Antes de ser substituida pela Sega Saturn a Mega Drive chegou à versão 3 que apenas viria a ser comercializada nos EUA. Esta versão era considerada uma versão de baixo custo visto não poder ser ligada a add-ons como o 32X e o Mega CD.
Outras empresas como a Samsung e a JVC fizeram consolas baseadas na Mega Drive, com Karaoke e outras funcionalidades. Apenas vendidas no Japão estas consolas não viriam a ter o mesmo sucesso que a consola original e rapidamente desapareceram do mercado. Tal como outras consolas da década de 80/90, a Mega Drive foi clonada e pirateada, dando origem a consolas como a Scorpion 16 e a Super Creation.
Nos dias de hoje, podem-se encontrar facilmente jogos da Mega Drive em várias plataformas, desde versões de clássicos da Sega para telémoveis a compilações para a mais várias consolas e PCs. Durante muitos anos, a guerra das consolas foi travada apenas entre Sega e Nintendo, ironicamente hoje podemos jogar clássicos da Sega na Virtual Console da Wii e até alguns jogos com Mario e Sonic em conjunto, algo altamente improvável nos anos 90.
Hoje, a Sega enquanto empresa na industria dos vídeo jogos é apenas uma sombra do que foi décadas atrás, no entanto ninguém pode negar que a Mega Drive foi a consola da Sega com mais sucesso e que mais marcou a história dos vídeo jogos.
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